No dia 21 de maio de 2011 as 8:30 da manha, tive no PSF, na 02 de julho na cidade de Governador Mangabeira com dois pacientes a procura de um acompanhamento medico, eu tinha certeza que estas pessoas não poderiam ser tratado por mim, e sim pelos os médicos. Assim que a paciente foi atendida pelo o medico, e analisado os exames da paciente, logo mim disse que ela tinha, que fazer outros tipos de exame para ele ter a certeza do que o mesmo tinha acabado de ler, mais precisava de mais detalhes. to
Pediu que a menina, fosse transferida para á Santa Casa da Misericórdia em São Felix ai foi onde tudo começou, o descaso com a paciente, sua mãe, e todas as pessoas que acompanhava aquela jovem, e ai começou a espera. Quando eu vir à demora, dirigi á uma das enfermeira, e perguntei; senhora que horas vai ser á transferência da menina, a primeira passou a palavra pra segunda e tive á resposta; quem interna não sou eu é o hospital, e eu respondi: sei senhora e quem dar a liberação da transferência? Mandou aguardar; em fim chegou o documento, acompanhado com o carro e o motorista para á santa casa da misericórdia Lá foi atendida,pela á Dra. Mariana.
F Miranda, cujo o nome, está na receita, nos deu o analise, e deu á receita para adquirir o medicamento da paciente Procuramos na farmácia básica, não tinha. Os parente desta jovem não tem condições, de comprar esta medicação. A secretaria de saúde, juntamente com a chefe das enfermeiras, de Governador Mangabeira, disse que não iria fornecer o remédio por que o diagnostico da medica, poderia está errado. Fomos para casa, sem nenhum medicamento, a paciente em crise, recebeu visita de uma das enfermeiras junto com á agente da saúde, que em vez de fazer o seu trabalho, foi fazer criticas da religião da jovem. Que na verdade, ela deveria ajudar, e não criticar religião.
Em vez de medicamentos para amenizar as dores e o sofrimento da jovem, foram oferecer cestas básicas, será que este era o momento de cestas básicas ou medicamentos? Em cabeças de camarões, pelo diagnostico, todos podem tirar as suas próprias conclusões, que é cesta básica, pode ser depois do medicamento. Percebendo que já tinha 13 dias e nada estava sendo feita por esta jovem, tive que mais uma vez, fazer, o que eu nunca gostei de fazer, exigir que algo tinha que ser feito, para que fosse internada; graças á deus mesmo com todas as dificuldades, agora esta nos cuidados medico na Capital Baiana.
Prefeita, sei que á senhora, não deve saber que algumas das suas enfermeiras, e chefes, tratam mal as pessoa que um dia lhe ajudou.
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